Romário vê pressão como combustível e incentiva Seleção a encerrar jejum de 24 anos sem título mundial

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Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira tenta colocar fim a um jejum de 24 anos sem conquistar o torneio, período semelhante ao que antecedeu o tetracampeonato em 1994. Para Romário, protagonista daquela campanha histórica, a pressão pode ser uma aliada dos jogadores.

Em entrevista ao ge, o ex-atacante afirmou que sempre utilizou a cobrança como motivação nos momentos decisivos da carreira. Segundo ele, a responsabilidade de atuar em grandes jogos servia como combustível para buscar resultados.

Romário relembrou que, em 1994, também existia uma longa espera por um título mundial e que acreditava no potencial daquela equipe para trazer a taça de volta ao Brasil. O ex-camisa 11 destacou ainda que os grandes jogadores costumam aparecer justamente nos momentos mais importantes das competições.

O comentarista Felipe Melo compartilha da mesma visão. Ex-jogador da Seleção Brasileira na Copa de 2010, ele considera que a pressão para vencer um Mundial sempre existe quando se veste a camisa do Brasil, independentemente de a equipe estar ou não em jejum de títulos.

Para Felipe, a atual geração tem a oportunidade de marcar seu nome na história ao conquistar o tão sonhado hexacampeonato após mais de duas décadas sem levantar a taça.

Já o pentacampeão Denílson avalia que a responsabilidade é grande para os atletas convocados por Carlo Ancelotti. Ele acredita que o principal desafio do treinador será fazer a equipe atuar de forma coletiva e competitiva.

Segundo Denílson, caso Ancelotti consiga extrair o melhor desempenho coletivo do grupo, o Brasil aumentará significativamente suas chances de conquistar o sexto título mundial.

A Copa do Mundo de 2026 representa mais uma tentativa da Seleção Brasileira de encerrar a maior sequência sem conquistas desde o período entre os títulos de 1970 e 1994. O último troféu do Brasil foi conquistado em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.

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