Cerca de 54 homens de vários estados e outras forças de segurança, como a polícia civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Federal participam do curso de combate à crimes de fronteiras, promovido pela Secretaria de Segurança Pública do estado do Acre.
Até o final do curso que tem duração de 60 dias, os alunos vão participar de vários treinamentos de sobrevivência na selva, combate à guerrilha, sobrevivência policial e combate aos crimes de fronteiras.

O coordenador do curso que acontece em Cruzeiro do Sul, Coronel Ulysses Araújo da Polícia Militar do Acre, falou da importância da capacitação das forças de segurança no combate ao crime das regiões de fronteiras.
“É o primeiro curso de policiamento de fronteira que nós estamos realizando aqui no estado do Acre, Estamos tendo a oportunidade de ofertar esse curso a todos os membros do Gefron. Nós temos também outros integrantes de outras polícias que estão participando do curso como aluno. Nós temos oficiais e praças da Polícia Militar do Mato Grosso, da Polícia Militar de Rondônia, da Polícia Militar do Amazonas, membros de outras forças como Corpo de Bombeiro Militar, da Polícia Civil e da Polícia Penal.”

Ainda de acordo com o coronel, a finalidade do curso é especializar para uma qualidade melhor no combate aos crimes transfronteiriços, principalmente no combate ao crime organizado, a questão do tráfico internacional de drogas, contrabando, enfim tudo aquilo que tem a ver com os crimes que ocorrem nas áreas de fronteira. “Nós temos uma fronteira no Acre muito difícil de patrulhar e nós temos investido não somente no preparo técnico e profissional dos integrantes do Gefron mas também na tecnologia de ponta e essa é a meta da nossa secretaria”.
Abner Campos é capitão da polícia militar no estado do Mato Grosso, estado que também faz fronteira com a Bolívia. O militar diz que é importante estar preparado para combater as organizações criminosas. “Viemos ao estado do Acre almejando esse curso no interesse de operar na nossa unidade de fronteira. A gente veio buscar essa capacitação para tanto operar, como para instruir os próximos policiais que queiram integrar na fronteira”.

Redação Juruá Online






