A Região Norte apresentou crescimento de 2,3% na atividade econômica nos últimos 12 meses, desempenho superior ao registrado no Sudeste, que teve alta de 1,6%, e ligeiramente acima do Sul, com 2,2%. Os dados são de um indicador que antecipa o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O resultado reflete o avanço de setores considerados estratégicos para a economia amazônica, como mineração, agropecuária, indústria extrativa, logística e serviços. O aumento das exportações também contribuiu para o desempenho positivo dos estados da região.
Entre as cinco regiões do país, o Centro-Oeste liderou o crescimento econômico, com expansão de 3,1%, impulsionada principalmente pelo agronegócio. Na sequência aparecem o Nordeste, com 2,7%; o Norte, com 2,3%; o Sul, com 2,2%; e o Sudeste, com 1,6%.
Apesar de possuir uma economia menor em comparação às regiões mais industrializadas do país, o Norte tem conseguido manter taxas de crescimento expressivas quando setores ligados à produção de commodities, recursos naturais e exportações apresentam bom desempenho.
O indicador é considerado um dos principais termômetros da economia brasileira por acompanhar a evolução da produção de bens e serviços e antecipar tendências do PIB. Para os estados da Amazônia, o resultado reforça a crescente participação da região na economia nacional, especialmente por meio da expansão das exportações e do fortalecimento de atividades produtivas ligadas aos recursos naturais.





