O jovem Chafin Calegari, natural do Rio de Janeiro e morando há cerca de sete meses em Cruzeiro do Sul, publicou um vídeo nas redes sociais comentando algumas diferenças que percebeu após deixar o Acre e viajar para Brasília. O relato chamou atenção principalmente pelas observações sobre o custo de vida, o clima e a rotina na cidade acreana.
Logo no início do vídeo, Chafin comentou sobre os preços dos produtos nos mercados e afirmou ter se assustado quando chegou ao estado. “O Acre paga muito caro nas coisas. Gente, o preço das coisas de mercado é surreal”, disse. Ele citou como exemplo o preço do frango congelado e comparou com os valores encontrados em Brasília. “Lá a gente estava pagando R$ 26, R$ 30… chegando aqui eu vi o frango R$ 13,99 e falei: oxe, o preço normal das coisas”, relatou.
Outro ponto destacado foi a diferença no movimento de pessoas. Segundo ele, a rotina em Cruzeiro do Sul acabou mudando sua percepção sobre grandes centros urbanos. “Eu acho que Cruzeiro do Sul é muito povoado, mas não é comum você ver muitas pessoas num lugar assim”, afirmou. Ao chegar em Brasília, contou ter ficado impressionado. “Quando eu cheguei no aeroporto e vi aquele fluxo de gente saindo pra lá e pra cá, eu fiquei sem reação. Falei: meu Deus, quanta gente”.
O clima do Acre também foi um dos assuntos mais comentados pelo jovem, que comparou as temperaturas da região com o Rio de Janeiro. “Eu acho o Acre um dos lugares mais quentes que eu já fui… o Rio é muito quente, mas o Acre é muito mais, porque parece muito mais abafado”, declarou. Em outro trecho, ele reforçou a sensação térmica intensa da região: “Não teve um dia que eu consegui dormir sem ventilador. Até na sombra, até de noite, é muito quente… muito quente, meu Deus do céu”.






