Cotações do agronegócio são atualizadas e preços seguem majoritariamente estáveis em Cruzeiro do Sul

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As cotações do agronegócio referentes ao dia 22 de março de 2026 foram divulgadas pelo Acadêmico de Agronomia Yan Bezerra, apresentando o panorama atualizado do mercado em Cruzeiro do Sul. O levantamento aponta que a maior parte dos produtos mantém estabilidade, com poucas variações pontuais.

No setor da pecuária de corte, o quilo da carcaça quente do boi segue cotado a R$ 18,00, enquanto a vaca é comercializada a R$ 17,00. De acordo com o relatório, os preços não reagiram na região.

Os derivados do leite também permanecem estáveis. O litro do leite continua sendo vendido a R$ 5,00 e o quilo do queijo a R$ 48,00. O consumo de leite e queijo mantém-se regular no mercado local.

Na suinocultura, o quilo da carcaça quente do suíno para abate está cotado a R$ 21,00. Já os leitões são comercializados entre R$ 300,00 e R$ 600,00 por unidade, sem alteração nos valores praticados.

O mercado de ovos apresenta preços diferenciados conforme o tipo. A caixa do ovo branco está em R$ 250,00, a cartela em R$ 20,00 e a dúzia em R$ 10,00. Já o ovo vermelho registra R$ 260,00 a caixa, R$ 22,00 a cartela e R$ 12,00 a dúzia. A orientação é que o consumidor fique atento à procedência do produto para garantir a qualidade.

Entre os pescados, o relatório destaca que os preços não sofreram alterações em Cruzeiro do Sul. O tambaqui e o matrinxã estão sendo comercializados a R$ 24,00 o quilo. O piau custa R$ 27,00, enquanto espécies como pirapitinga, dourado e pirarucu são vendidas a R$ 23,00.

Nos insumos agrícolas, o farelo de soja (45% de proteína bruta, saca de 50 kg) varia entre R$ 130,00 e R$ 160,00, mantendo estabilidade. Já o milho, também em saca de 50 kg, apresenta variação de preço, sendo comercializado entre R$ 85,00 e R$ 100,00.

O café robusta, conforme dados do Cepea/Esalq de 19 de março de 2026, registra valores entre R$ 995,25 e R$ 1.005,22, com variação observada no final do mês de fevereiro.

As polpas de frutas tropicais, como acerola, abacaxi, cupuaçu, manga, açaí e graviola, variam entre R$ 15,00 e R$ 20,00 o quilo. Já a polpa de maracujá apresenta preço mais elevado, entre R$ 25,00 e R$ 35,00.

No segmento de hortigranjeiros, os preços atuais são: alface entre R$ 5,00 e R$ 6,00; coentro entre R$ 3,00 e R$ 4,00; rúcula a R$ 5,00; chicória a R$ 3,00; cebolinha a R$ 2,00; couve entre R$ 2,00 e R$ 3,00; e pimenta entre R$ 3,00 e R$ 4,00. Os valores estão sujeitos a variações conforme a dinâmica do mercado.

A farinha de mandioca segue como destaque regional. A saca de 50 kg da farinha amarela é encontrada a R$ 150,00 e também a R$ 180,00, dependendo da procedência. A farinha branca de Cruzeiro do Sul está cotada a R$ 210,00, enquanto a farinha com coco chega a R$ 300,00.

O levantamento reforça que, apesar de algumas oscilações específicas, o mercado do agronegócio local mantém cenário predominantemente estável, com preços influenciados principalmente pela oferta, demanda e condições de produção.

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