Adolescente morre baleado enquanto voltava da escola no Rio de Janeiro

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Um adolescente de 16 anos morreu após ser baleado na tarde desta segunda-feira (21) em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Bryan Silva Ferreira dos Santos voltava da escola quando um tiroteio começou.

De acordo com testemunhas, bandidos foram até a Rua Elizeu Mendes Rodrigues, no bairro Apollo II, para executar um fuzileiro naval que mora na região. O homem e os criminosos que dominam o tráfico local estão em conflito, e um outro ataque já tinha acontecido há pouco tempo.

Bryan passava pela rua junto com uma colega da escola quando os tiros começaram. Ele correu junto com a menina para tentar se abrigar e, ao jogar a menina ao chão, ele foi atingido nas costas.

“[Estávamos voltando da escola] e um carro bege estava descendo. Um cara saiu e começou a atirar. O Bryan entrou na minha frente para me proteger e ele foi baleado. Ele caiu e eu comecei a gritar para ele acordar, mas ele já estava com os olhos pra cima”, contou a colega.

A escola em que eles estudam suspendeu as aulas nesta terça (22) em respeito ao luto sentido pelos alunos e familiares (veja a nota mais abaixo). A menina não se feriu.

Escola onde Bryan estudava suspendeu aulas nesta terça-feira (22) — Foto: Rafael Nascimento/g1 Rio

Escola onde Bryan estudava suspendeu aulas nesta terça-feira (22) — Foto: Rafael Nascimento/g1 Rio

O corpo de Bryan Silva foi para o Instituto Médico-Legal (IML) de Tribobó, em São Gonçalo. Os peritos do órgão indicarão o motivo da morte do estudante.

Ainda não há informações sobre o local do velório e sepultamento do adolescente. Pouco depois das 9h50 familiares do adolescente chegaram ao IML, mas não quiseram falar com a imprensa.

Familiares de Bryan Silva chegam ao IML — Foto: Rafael Nascimento/g1 Rio

Familiares de Bryan Silva chegam ao IML — Foto: Rafael Nascimento/g1 Rio

Após o tiroteio, policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) foram para o local e acionaram a perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que investigam o caso.

Os agentes buscam por imagens de câmeras de segurança que possam ajudar a desvendar o crime. Três testemunhas, entre elas, a colega que estava com Bryan, já foram ouvidas.

A Polícia Militar ressaltou que não havia ação policial no local quando tudo aconteceu.

Com informações g1

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