Família rebate acusações e pede justiça pela morte de Francisco Gama em Cruzeiro do Sul

A família de Francisco Gama Carneiro, conhecido como “Kiko”, voltou a se manifestar publicamente sobre o caso e pediu que as investigações avancem para esclarecer as circunstâncias da morte dele, registrada recentemente em Cruzeiro do Sul.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, as irmãs Betânia Gama Carneiro e Cristiane contestaram comentários e acusações que passaram a circular após o crime. Segundo elas, Francisco mantinha uma vida ativa na igreja e participava de ações sociais na comunidade.

Betânia afirmou que o irmão nunca abandonou a fé cristã e explicou que o afastamento de uma congregação citada em publicações recentes ocorreu devido a uma mudança temporária para o Amazonas, onde continuou frequentando outra igreja. De volta ao Acre, ele passou a congregar na Igreja Metodista Wesleyana, em Cruzeiro do Sul.

A irmã também reconheceu que Francisco teve envolvimento com o crime no passado, mas sustentou que ele havia mudado de vida. Segundo a família, ele se dedicava à evangelização, participava de atividades religiosas e realizava ações sociais no bairro.

Em meio à comoção, Betânia relatou o impacto da perda para os familiares e destacou que Francisco deixou filhos, incluindo uma bebê. Ela pediu respeito à memória do irmão e afirmou que a família busca respostas sobre a motivação do crime.

Ao final do pronunciamento, as irmãs cobraram a atuação das autoridades para identificar os responsáveis e esclarecer o caso. Apesar das críticas feitas a comentários divulgados após a morte de Francisco, a família declarou que perdoa os envolvidos na polêmica e também os autores do crime, mas reforçou que espera que a Justiça seja feita.

A morte de Francisco Gama segue sendo investigada pelas autoridades.

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