O grupo responsável pela atividade de rope jump que terminou na morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no interior de São Paulo, estimava realizar entre 80 e 100 saltos no mesmo dia do acidente, com faturamento previsto superior a R$ 15 mil.
A tragédia aconteceu na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira, onde a vítima participava da prática esportiva radical. Durante o procedimento, Maria Eduarda foi lançada sem estar conectada à corda de segurança, caindo de uma altura aproximada de 40 metros.
De acordo com as investigações iniciais, a empresa organizadora atuava sem autorização legal para promover esse tipo de atividade no local. Nas redes sociais, o grupo divulgava o serviço e atraía dezenas de clientes interessados na experiência considerada de alto risco.
Testemunhas registraram o momento do acidente e relataram desespero ao perceber que a jovem havia sido lançada sem o equipamento essencial para conter a queda. Pessoas que acompanhavam a atividade ainda tentaram prestar socorro até a chegada do atendimento médico, mas a vítima morreu no local em decorrência de múltiplos ferimentos.
Após o caso, seis pessoas foram encaminhadas para a delegacia e três permanecem presas. A polícia apura possíveis falhas graves nos protocolos de segurança e investiga a responsabilidade dos envolvidos pela morte da jovem.






