O Acre alcançou a terceira maior expansão proporcional do emprego formal do país entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No período, o estoque de trabalhadores com carteira assinada no estado cresceu 4,09%, ficando atrás apenas do Amapá (6,30%) e do Piauí (4,27%).
O desempenho acreano superou com folga a média nacional, que foi de 2,41% nos oito primeiros meses do ano. Em termos proporcionais, o crescimento registrado no estado foi cerca de 70% maior que o observado no restante do país.
Os números mostram que o Acre teve um dos melhores resultados do Brasil na geração de empregos formais, considerando a variação do estoque de vínculos empregatícios, indicador que permite comparar estados com diferentes tamanhos de mercado de trabalho.
Em âmbito nacional, o saldo entre admissões e desligamentos chegou a 1.134.033 novas vagas entre janeiro e agosto. Somente em agosto, foram criados 165.827 postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 2.294.563 contratações e 2.128.736 desligamentos. Com isso, o Brasil atingiu a marca de 48,2 milhões de vínculos formais.
O setor de Serviços liderou a geração de empregos no país no acumulado do ano, com 697.859 vagas abertas, seguido pela Construção (200.431), Indústria (170.442), Agropecuária (56.024) e Comércio (9.300).
Nos últimos 12 meses encerrados em agosto, o Brasil acumulou 887.708 novos empregos formais, representando crescimento de 1,87% no estoque de trabalhadores com carteira assinada.





