Moradores da Rua Raimundo Carlos de Lima, no bairro Remanso, próximo à Igreja do Pastor Veríssimo, denunciam as condições precárias da via e cobram uma solução definitiva da Prefeitura de Cruzeiro do Sul. Segundo relatos encaminhados à reportagem, o problema persiste há mais de um ano, mesmo após promessas de melhorias feitas por equipes do poder público municipal.
De acordo com os moradores, a rua apresenta trechos com lama e erosões que dificultam a passagem de veículos e pedestres. Em períodos de chuva, a situação se agrava, tornando o deslocamento ainda mais complicado para quem depende da via diariamente.
Um dos moradores relata que o problema já foi levado ao conhecimento da Prefeitura de Cruzeiro do Sul diversas vezes, mas nenhuma medida definitiva foi executada.
“Essa rua tem mais de um ano desse jeito. A Prefeitura já veio aqui várias vezes, prometeu resolver, mas até hoje nada foi feito. Só colocaram um material vegetal e depois a rua voltou a ficar do mesmo jeito. O trecho que precisa de pavimentação tem cerca de 100 metros, mas seguimos esperando uma solução”, afirmou.
Entre os mais prejudicados estão os idosos que vivem na região e dependem da rua para consultas médicas, compras e outras atividades do dia a dia. Com a trafegabilidade comprometida, o acesso de veículos se torna difícil, prejudicando o transporte dessas pessoas e gerando preocupação quanto à chegada de ambulâncias e outros serviços essenciais em situações de emergência.
“Aqui tem pessoas idosas que precisam se locomover. Quando a rua está desse jeito, fica muito difícil para os carros passarem. Quem mora aqui sofre todos os dias com essa situação”, acrescenta o denunciante.
Crianças que precisam se deslocar para a escola também enfrentam dificuldades. Os moradores afirmam que a precariedade da via afeta diretamente a rotina da comunidade e compromete a mobilidade de dezenas de famílias.
Diante da situação, a comunidade cobra providências da Prefeitura de Cruzeiro do Sul e espera que as promessas feitas ao longo dos últimos meses finalmente sejam transformadas em obras. Enquanto isso não acontece, moradores seguem convivendo com lama, dificuldades de acesso e a expectativa de que o poder público municipal apresente uma solução definitiva para um problema que, segundo eles, já deveria ter sido resolvido há muito tempo.







