Os empresários Samara Martins e Thiago Stabile, sócios da influenciadora Virginia Fonseca na marca de cosméticos Wepink, devem prestar depoimento nesta sexta-feira (31) na Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos, em São Paulo.
Segundo informações da investigação conduzida pela Polícia Civil paulista, os empresários foram incluídos nas apurações que analisam um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A polícia investiga possíveis conexões financeiras envolvendo empresas e pessoas ligadas ao caso.
O foco das apurações está em Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”, viúva de Wagner Ferreira da Silva, conhecido como “Cabelo Duro”. Ele era apontado pelas autoridades como integrante da cúpula da facção criminosa na Baixada Santista e morreu em 2018.
De acordo com documentos do inquérito, a Polícia Civil determinou diligências para localizar Samara e Thiago e solicitou que eles comparecessem à Deic para prestar esclarecimentos sobre possíveis relações financeiras investigadas.
Suspeitas sob investigação
A polícia trabalha com a hipótese de que recursos de origem criminosa possam ter sido utilizados em negócios dos setores de beleza, imóveis e empresas de fachada. As suspeitas ainda são alvo de investigação e não representam, por si só, comprovação de envolvimento dos investigados em crimes.
A assessoria de Virginia Fonseca informou que não irá comentar o caso.
Investigação continua
O inquérito é conduzido pela Polícia Civil de São Paulo e busca esclarecer eventuais vínculos financeiros, movimentações suspeitas e a participação de pessoas ou empresas nas atividades investigadas.
Os depoimentos dos empresários devem auxiliar os investigadores na apuração dos fatos.





