Neste domingo (21), completa um ano de um dos acidentes mais marcantes do turismo de aventura no Brasil. A queda de um balão de ar quente em Praia Grande, no sul de Santa Catarina, deixou oito pessoas mortas e gerou uma série de questionamentos sobre segurança e fiscalização no setor.
Mesmo após doze meses da tragédia, o caso ainda não teve uma definição sobre possíveis responsáveis. O inquérito policial, que chegou a ser encerrado inicialmente sem apontar culpados, foi reaberto e segue em andamento sob acompanhamento das autoridades competentes.
O acidente aconteceu em 21 de junho de 2025, quando um balão que transportava 21 ocupantes apresentou problemas logo após a decolagem. Um incêndio em pleno voo provocou a queda da aeronave, resultando em mortes e deixando sobreviventes feridos em um episódio que chocou o país.
Desde então, familiares das vítimas cobram esclarecimentos e defendem que haja responsabilização pelo ocorrido. O episódio também impulsionou mudanças nas discussões sobre regras de operação e fiscalização do balonismo comercial no Brasil.
Considerado o acidente mais grave já registrado na história do balonismo brasileiro, o caso permanece cercado por dúvidas enquanto parentes das vítimas seguem aguardando respostas sobre as circunstâncias que levaram à tragédia.






