Ídolo da Roma e um dos maiores nomes da história do futebol italiano, Francesco Totti revelou que encerrou a carreira em 2017 contra a própria vontade. Segundo o ex-atacante, a decisão partiu da diretoria do clube, onde atuou durante toda a trajetória profissional.
O desabafo foi feito durante a apresentação do livro autobiográfico Oltre, em um evento no Teatro Brancaccio, em Roma. Ao recordar a despedida dos gramados, Totti afirmou que não estava preparado para deixar o futebol.
“Em certo sentido, morri. Foi uma despedida forçada, que eu não queria”, declarou.
O ex-jogador também contou que foi o último a saber que não continuaria atuando pela equipe italiana. Apesar de ter aceitado a decisão da diretoria, admitiu que tinha receio de começar uma nova fase da vida longe dos campos.
“Fui o último a saber da minha aposentadoria. Aceitei a decisão da diretoria, mas tinha medo de virar a página”, completou.
Totti chegou às categorias de base da Roma em 1989 e estreou profissionalmente em 1993. Ao longo da carreira, construiu uma ligação histórica com o clube, pelo qual disputou 786 partidas e marcou 307 gols.
A aposentadoria, em 2017, encerrou uma trajetória de quase três décadas ligada à equipe da capital italiana e consolidou o ex-atacante como um dos maiores ídolos da história romanista.





