O sargento da Polícia Militar de Minas Gerais Eduardo Abner Pereira de Oliveira, preso sob suspeita de matar a esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos, já havia sido expulso da corporação antes de ser reintegrado por decisão da Justiça. O caso ganhou novos desdobramentos após a divulgação de seu histórico disciplinar e de denúncias de violência feitas por ex-companheiras.
Segundo informações apuradas pela imprensa, o policial foi exonerado por omitir antecedentes ao ingressar na PM, mas conseguiu retornar à corporação após decisão judicial confirmada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Durante o período em que ficou afastado, também recebeu os salários retroativos determinados pela Justiça.
Além disso, duas ex-namoradas registraram denúncias de agressão contra o sargento, em ocorrências de 2014 e 2016. Os relatos incluem ameaças, violência física e perseguição após o fim dos relacionamentos, conforme a apuração divulgada pela imprensa.
A capitã Michele Leão Azevedo morreu na última segunda-feira (21), após dar entrada sem vida em um hospital de Belo Horizonte com múltiplas lesões pelo corpo. O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais, enquanto o sargento permanece preso e à disposição da Justiça.






