O empate entre Cruzeiro e Vasco (3 a 3) terminou com muita reclamação contra a arbitragem no Mineirão. O clima mais acalorado seguiu para o túnel de acesso aos vestiários do Mineirão. O presidente do Vasco, Pedrinho, bateu boca com o árbitro Lucas Paulo Torezin e reclamou de dois pênaltis não marcados, segundo o dirigente. Um policial usou gás de pimenta para tentar acalmar os ânimos.
Tudo começou ainda com a bola rolando. Nos minutos finais de partida, o Vasco tentou amarrar o jogo e com o banco bastante ativo, jogando uma bola para o gramado. A arbitragem precisou parar a partida e expulsar um membro da comissão técnica de Renato Gaúcho.
O episódio seguiu assim que o jogo foi encerrado, com Torezin distribuindo cartões em um bolinho com jogadores do Cruzeiro e do Vasco.
Nos túnel de saída do gramado, o clima esquentou ainda mais com a presença de Pedrinho, presidente do Vasco. Ele partiu para cima da arbitragem e reclamou de dois pênaltis não marcados, precisando ser contido.
Nisso, ao cercar a arbitragem, teve um empurra empurra com os policiais e um deles acionou gás de pimenta. O gás de pimenta, utilizado pela polícia, chegou até a zona mista da partida, no espaço destinado aos jornalistas e aos jogadores. Pedrinho precisou ser contido pela segurança da equipe vascaína.
Cruzeiro e Vasco fizeram um jogo eletrizante no Mineirão. No primeiro tempo, o time mineiro jogou melhor e saiu na frente. Na volta do intervalo, a equipe carioca reagiu e conseguiu virar o jogo. Porém, perdeu Barros, expulso, e voltou a sofrer o empate. Os comandados de Renato chegaram a marcar o terceiro gol, mas não seguraram o resultado, saindo com um ponto conquistado.






