Presidente do Vitória critica arbitragem após goleada e afirma que zagueiro levou cinco pontos no queixo

O presidente do Vitória, Fábio Mota, fez duras críticas à arbitragem após a derrota por 4 a 0 para o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro. O dirigente afirmou que a não expulsão do meia Maurício, após uma cotovelada no zagueiro Cacá, comprometeu o andamento da partida e prejudicou a equipe baiana.

Segundo Mota, Cacá precisou receber cinco pontos no queixo devido ao corte provocado pelo lance. O presidente disse que, embora o árbitro tenha considerado a jogada sem intenção, a gravidade da lesão justificava a expulsão do jogador palmeirense. Para ele, a decisão influenciou diretamente no resultado do confronto.

O mandatário declarou que, até o momento da jogada, o Vitória fazia uma boa partida e tinha controle das ações em campo. Após o episódio, no entanto, a equipe perdeu o equilíbrio e acabou sofrendo a goleada diante do Palmeiras.

Em protesto contra a arbitragem, Fábio Mota anunciou que nenhum jogador nem o técnico concederiam entrevistas após o jogo. Pouco depois, o clube divulgou uma nota oficial manifestando “absoluta indignação” com a atuação da equipe de arbitragem e informou que apresentará uma representação formal à Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Na nota, o Vitória reforça que considera a cotovelada em Cacá um lance de agressão e afirma que a ausência de revisão pelo árbitro de vídeo teve impacto direto no desenvolvimento da partida. O clube também declarou que continuará cobrando respeito e mais rigor nas decisões da arbitragem em competições nacionais.

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