A expectativa do Ministério da Saúde é de eliminar a malária na região norte do Brasil até 2035. No Acre,apesar dos avanços, os resultados mostram que as ações estão aquém da previsão mas ainda há tempo de atingir a meta.A informação é do consultor especial da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Luiz Augusto Facchini. Ele participa em Cruzeiro do Sul, desde segunda-feira, 23,da Oficina Regional para Implementação da Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) da terceira regional de saúde que inclui municípios do Vale do Juruá, incluindo Guajará, no Amazonas.
O encontro ocorre no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e segue até terça-feira, 24, reunindo gestores municipais de saúde e profissionais da área para discutir estratégias voltadas ao fortalecimento das ações de vigilância em saúde.

“Um dos destaques importantes é o esforço para a eliminação da malária, uma doença que é um problema concentrado na região norte, que já teve uma situação de agravamento muito expressiva. Em 2017, essa situação aqui na região era muito grave e tivemos com o esforço, a implementação desse programa de eliminação da malária, reduções bastante expressivas.Ainda estamos aquém da meta, mas temos oportunidade de poder superar esses desafios. A expectativa é que até 2035 se possa eliminar a malária aqui na região Norte , aqui na região da terceira regional de saúde do Acre, com um trabalho muito articulado que tem sido feito.Esse trabalho, quando articulado entre as vigilâncias e a atenção à saúde, também proporciona não só o enfrentamento da malária,mas o enfrentamento das arboviroses, da dengue especialmente,que tem uma presença bastante expressiva aqui e que pode ser enfrentado com muito sucesso”, pontuou.






