Homem acusado de tentar assassinar Trump em jantar na Casa Branca se declara inocente

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O homem acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, em um evento de gala para jornalistas na Casa Branca no mês passado, declarou-se inocente nesta segunda-feira (11).

Cole Allen, de 31 anos, não se pronunciou no tribunal, onde se apresentou com o macacão laranja da prisão e algemado na cintura, mas seu advogado de defesa negou todas as quatro acusações contra ele:

  • tentativa de assassinato do presidente
  • agressão a um agente federal
  • transporte de arma de fogo e munições entre estados com a intenção de cometer um crime grave
  • uso de arma de fogo durante crime violento

Os promotores que lideram a acusação contra o suspeito afirmam que Allen disparou uma espingarda contra um agente do Serviço Secreto dos EUA e invadiu um posto de segurança em um ataque frustrado contra Trump e outros membros de sua administração.

O homem pode ser condenado à prisão perpétua caso seja julgado como culpado da tentativa de assassinato de Trump.

A audiência desta segunda foi a primeira perante o juiz que irá presidir o caso, Trevor McFadden. Há uma semana, outro magistrado pediu desculpas a Allen pelo tratamento que ele recebeu em uma prisão local de Washington D.C.

A próxima audiência está prevista para 29 de junho.

Imagens mostram suspeito tentando invadir jantar

No dia 30 de abril, a Justiça dos Estados Unidos divulgou novas imagens que mostram como um atirador tentou invadir o jantar em Washington. Veja no vídeo acima.

O incidente aconteceu no dia 25, durante um jantar do presidente com jornalistas que cobrem a Casa Branca. O atirador, Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido.

As imagens foram divulgadas pela procuradora-geral do Distrito de Colúmbia, Jeanine Pirro, e mostram o momento em que Allen atira contra um agente durante a ação. Antes, ele aparece correndo por um detector de metais.

Autoridades americanas afirmam que o agente foi atingido à queima-roupa enquanto o suspeito corria por um ponto de controle de segurança. O agente revidou com cinco disparos.

O suspeito não foi atingido pelos tiros e acabou caindo após ferir o joelho. Ele foi imobilizado por outros agentes perto da escadaria que leva ao salão onde ocorria o jantar. De acordo com promotores, Allen tentou invadir o evento com a intenção de assassinar Trump.

O caso gerou dúvidas sobre como o agente do Serviço Secreto foi baleado, incluindo a possibilidade de um tiro feito por outro agente. O governo dos EUA nega essa hipótese.

Questionado nesta quinta-feira sobre o disparo, Trump disse: “Disseram que não foi fogo amigo. Não fomos nós”.

O presidente também sugeriu que não vai usar colete a provas de balas em eventos públicos. “Não sei se conseguiria lidar com a ideia de parecer 10 quilos mais pesado”, disse.

Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime de violência e transporte ilegal de armas e munições através de fronteiras estaduais.

Por: G1

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