A Fifa estuda dobrar o valor destinado à premiação da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho. A proposta prevê pelo menos US$ 220 milhões, cerca de R$ 1,2 bilhão, para as seleções participantes, segundo informações do jornal The Athletic, ligado ao The New York Times.
Se aprovada, a medida representará um aumento significativo em relação à edição de 2023, disputada na Austrália e na Nova Zelândia, quando foram destinados US$ 150 milhões à competição. Desse total, US$ 110 milhões foram distribuídos em bonificações às equipes, enquanto US$ 40 milhões foram repassados igualmente para a preparação das seleções.
O planejamento da entidade também prevê aumentar o valor mínimo garantido às jogadoras. O pagamento individual, que foi de US$ 30 mil na edição anterior, poderá chegar a US$ 60 mil, aproximadamente R$ 322,5 mil.
A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Conselho da Fifa. A votação está prevista para dezembro, durante reunião na sede da entidade, em Zurique, na Suíça.
A edição de 2027 será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul e terá o Brasil como país-sede.





