Algumas famílias ainda permanecem abrigadas nas escolas de Cruzeiro do Sul. Elas aguardam a liberação por parte da Defesa Civil para retornarem às suas residências.
“Desde que chegamos, só duas vezes trouxeram kit de sabão em pó e água sanitária. Está faltando desde papel higiênico à fralda descartável para as crianças. De manhã vem apenas um pão minúsculo, e o almoço só depois de 12:20h”, relatou Guadalupe Alencar, uma das abrigadas.
Com crianças pequenas, a dificuldade aumenta. A reclamação é recorrente entre todos no local.
“Em casa não passamos a dificuldade que estamos vivendo no abrigo. Porque meus filhos na minha casa tem o café da manhã, merenda 9 horas e o almoço meio-dia. Eu espero que o governo, prefeito ou seja lá quem for, olhe pra gente”, ressaltou Luiza, dona de casa.
A secretária de assistência social, Deucimar Leite, admite que houve atraso na entrega dos mantimentos, mas afirma que o problema foi solucionado.
Ela conta que houve o atraso por conta do fornecedor devido ao volume da carga. Uma quantidade superior foi solicitada para o abastecimento, mas o remetente nunca entrega no mesmo dia. Quando não há estoque, os produtos são comprados fora.
Por Redação Juruá Online






