Ex-governador descarta articulação com Bocalom por meio de Alysson, reafirma apoio a Mailza e projeta vitória nas eleições

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Durante entrevista concedida na manhã desta quinta-feira, 30, após desembarcar em Rio Branco depois de um mês de férias, o ex-governador Gladson Cameli (Progressistas) comentou a repercussão de um encontro com o prefeito da capital, Alysson Bestene (Progressistas), ocorrido em Manaus, e descartou qualquer articulação política fora do grupo governista.

Questionado sobre uma possível aproximação com o grupo do também pré-candidato ao governo, Tião Bocalom, Cameli negou e afirmou que a reunião teve caráter pessoal.

“Nada. Pelo contrário. O Alysson me fez uma visita. O Alysson é como um irmão para mim. Foi me visitar, já que eu estava um tempo fora da capital. Ele foi até Manaus saber como eu estava. E sobre as eleições está muito claro: meu candidato é a atual governadora. E pode ter certeza de que, no segundo turno, quem estiver lá terá o nosso apoio. Não tem para onde correr. Um mais um é dois”, declarou.

Ao ser questionado sobre uma eventual estratégia para um possível segundo turno, especialmente diante de cenários envolvendo diferentes candidaturas, como Alan com Mailza ou Alan com Bocalom, o ex-governador reconheceu que há planejamento, mas reforçou o objetivo principal do grupo político.

“Claro que a gente pensa nisso, mas também trabalha para não ter segundo turno, para vencer já no primeiro”, concluiu.

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