Cotações do agronegócio confirmam estabilidade, mas registram ajustes pontuais em Cruzeiro do Sul

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O boletim “Cotações do Agro”, atualizado em 29 de março de 2026, indica que o mercado do agronegócio em Cruzeiro do Sul segue majoritariamente estável, mantendo o padrão observado nos últimos meses. Apesar disso, o levantamento mais recente aponta ajustes pontuais em alguns produtos, refletindo variações específicas na dinâmica de oferta e demanda.

Na pecuária de corte, os preços permanecem inalterados. O quilo da carcaça quente do boi continua cotado a R$ 18,00, enquanto a vaca segue a R$ 17,00, sem reação no mercado regional.

O setor de leite e derivados também não apresenta mudanças. O litro do leite permanece em R$ 5,00, e o quilo do queijo segue a R$ 48,00, com consumo considerado estável.

Na suinocultura, o cenário se mantém estável, com o quilo da carcaça quente do suíno para abate cotado a R$ 21,00. Os leitões continuam sendo comercializados entre R$ 300,00 e R$ 600,00 por unidade.

O mercado de ovos apresentou reajuste nos preços. A caixa de ovos brancos passou a custar R$ 250,00, a cartela R$ 20,00 e a dúzia R$ 10,00. Já os ovos vermelhos registram R$ 260,00 por caixa, R$ 22,00 a cartela e R$ 12,00 a dúzia. A recomendação de atenção à procedência do produto permanece.

Entre os pescados, houve variações em alguns itens. O tambaqui subiu para R$ 24,00, o matrinxã se mantém em R$ 24,00, e o piau apresentou alta, sendo comercializado a R$ 27,00. Já espécies como pirapitinga, dourado e pirarucu continuam com preço médio de R$ 23,00.

Nos insumos agrícolas, o farelo de soja permanece estável, variando entre R$ 130,00 e R$ 160,00 a saca de 50 kg. O milho, por sua vez, apresentou leve variação, com preços entre R$ 85,00 e R$ 100,00, indicando pequena oscilação no período.

O café robusta, conforme dados do Cepea/Esalq atualizados em 19 de março, registra nova variação, com valores entre R$ 1.017,10 e R$ 1.028,09, mantendo a tendência de oscilação observada ao longo do mês.

As polpas de frutas tropicais seguem estáveis, com preços entre R$ 15,00 e R$ 20,00 o quilo, enquanto a polpa de maracujá permanece na faixa de R$ 25,00 a R$ 35,00.

No segmento de hortigranjeiros, os preços continuam variando conforme a oferta. A alface é comercializada entre R$ 5,00 e R$ 6,00, o coentro entre R$ 3,00 e R$ 4,00, a rúcula a R$ 5,00, a chicória a R$ 3,00, a cebolinha a R$ 2,00, a couve entre R$ 2,00 e R$ 3,00, e a pimenta entre R$ 3,00 e R$ 4,00.

A farinha de mandioca apresentou alterações. A farinha branca produzida em Cruzeiro do Sul subiu para R$ 210,00 a saca de 50 kg, enquanto a farinha com coco permanece em R$ 300,00. Já a farinha amarela apresenta variações, sendo encontrada entre R$ 150,00 e R$ 180,00.

De modo geral, o levantamento reforça um cenário de estabilidade no agronegócio local, com ajustes pontuais que refletem condições específicas de mercado, sem comprometer o equilíbrio geral dos preços na região.

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