O Corpo de Bombeiros Militar do Acre atendeu duas ocorrências de incêndio no último fim de semana na regional do Juruá, uma em área de vegetação na zona rural e outra em um estabelecimento comercial na área urbana.
De acordo com informações repassadas pelo Tenente Rosenildes Pires, o primeiro chamado foi registrado ao meio-dia de sábado, por meio do telefone de emergência 193. A ocorrência indicava fogo em vegetação na comunidade Santa Rosa, localizada no Ramal do Polo. Uma guarnição de salvamento foi deslocada imediatamente ao local e constatou que se tratava de um incêndio em área de vegetação rasteira, que inicialmente estava sob controle, mas apresentava risco de propagação.
Os militares iniciaram o combate utilizando bomba costal e abafadores. Após cerca de duas horas de trabalho, a equipe conseguiu isolar a área atingida, realizar o resfriamento e extinguir completamente as chamas. Segundo levantamento feito no local, aproximadamente 800 metros quadrados foram atingidos pelo fogo.
Ainda conforme relato, o proprietário da área informou que realizava uma queima controlada, mas não teria feito o aceiro adequado, o que permitiu que o fogo se espalhasse para uma área aberta de vegetação. A situação exigiu a atuação dos bombeiros para evitar que o incêndio tomasse maiores proporções.


Já no domingo (22) pela manhã, uma nova chamada ao 193 mobilizou a corporação para atender um princípio de incêndio em uma lanchonete na área urbana de Cruzeiro do Sul. Ao chegar ao endereço, a equipe constatou que o próprio proprietário já havia conseguido controlar as chamas.
O responsável pelo estabelecimento relatou que esqueceu a fritadeira ligada, o que fez com que o óleo superaquecesse e provocasse o início do fogo. Apesar do susto, a ação rápida evitou que o incêndio se alastrasse pelo imóvel, impedindo danos de maior gravidade.
Segundo a corporação, ocorrências de incêndio em vegetação são menos frequentes nos meses de janeiro e fevereiro, período considerado chuvoso na região. Dados estatísticos indicam média de até três ou quatro registros por mês nesse intervalo, número que costuma aumentar durante a estiagem, especialmente a partir de julho. Ainda assim, o alerta é para que os cuidados sejam mantidos durante todo o ano, evitando queimadas sem as devidas medidas de segurança.








