O Acre segue entre os estados brasileiros com níveis de alerta, risco ou alto risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados analisam o período de 2 a 8 de agosto, correspondente à Semana Epidemiológica 31.
Apesar do cenário de atenção, a Fiocruz aponta que a tendência geral no estado é de estabilização ou queda dos casos, acompanhando o comportamento observado na maior parte do país.
Rio Branco também aparece entre as capitais com incidência elevada de SRAG. No entanto, diferentemente de cidades como Belém (PA) e Porto Velho (RO), a capital acreana não apresenta sinal de crescimento dos casos nas últimas seis semanas.
Além de Rio Branco, Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Manaus (AM) e São Luís (MA) registram incidência elevada da síndrome, mas sem tendência de alta.
O boletim destaca ainda a redução dos casos associados ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR), embora os índices permaneçam elevados em alguns estados. Entre os casos positivos das últimas quatro semanas no país, o VSR responde por 50,4%, seguido pelo rinovírus (29%), influenza B (9,2%), influenza A (6,5%) e Covid-19 (1,6%).
Em 2026, o Brasil já contabilizou 133.709 casos de SRAG. Desse total, 72.061 tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório, enquanto 46.505 apresentaram resultado negativo e 7.372 ainda aguardavam conclusão dos exames.





