Rondônia confirmou 11 casos de mpox em 2026 e passou a ocupar a quinta posição entre os estados com maior número de registros da doença no Brasil. O aumento dos diagnósticos acende um alerta para a necessidade de reforçar a vigilância epidemiológica e orientar a população sobre os riscos de transmissão.
Segundo o levantamento divulgado, Rondônia aparece atrás do Rio de Janeiro, com 269 casos; São Paulo, com 268; Minas Gerais, com 33; e Distrito Federal, com 23.
Apesar das confirmações, ainda não houve anúncio de vacinação no estado nem de uma campanha intensiva de orientação para prevenir novos casos.
A mpox é uma infecção viral transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais e objetos contaminados. Entre os sintomas estão febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos e erupções na pele.
As lesões podem surgir no rosto, nas mãos, nos pés e nas regiões genital e anal, permanecendo por um período de duas a quatro semanas.
O diagnóstico precoce, o isolamento de pessoas infectadas durante o período de transmissão e a identificação de contatos são medidas importantes para conter a circulação do vírus.





