O Acre ocupa a 16ª posição entre os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal no indicador de Produtividade do Trabalho do Ranking de Competitividade dos Estados 2026. De acordo com o levantamento, o estado gera R$ 2.347 em riqueza para cada hora efetivamente trabalhada, considerando os dados referentes a 2025.
O indicador mede a relação entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o total de horas trabalhadas pela população ocupada. Na classificação nacional, o Acre aparece à frente de 11 unidades da Federação, mas permanece distante dos estados com os melhores resultados.
Na região Norte, Rondônia apresenta o maior resultado, seguido por Amazonas, Amapá e Tocantins. O Acre aparece na sequência, à frente de Roraima, que registra R$ 2.282 por hora trabalhada, e do Pará, com R$ 2.019.
Alagoas, com R$ 2.141, e Rio Grande do Norte, com R$ 2.090, também aparecem abaixo do Acre na classificação. Os números mostram diferenças significativas na capacidade de geração de riqueza entre as unidades da Federação.
Distrito Federal lidera a classificação
O Distrito Federal ocupa a primeira posição do ranking, com R$ 6.664 em riqueza gerada por hora efetivamente trabalhada. Entre os estados, o Rio de Janeiro aparece com R$ 3.782, seguido por São Paulo, com R$ 3.639.
Mato Grosso registra R$ 3.472, enquanto Mato Grosso do Sul apresenta R$ 3.234. Na parte inferior da classificação, a Paraíba tem o menor resultado, com R$ 1.633 por hora trabalhada, seguida pelo Maranhão, com R$ 1.665.
Como o indicador é calculado
O cálculo considera a divisão do PIB de cada unidade da Federação pelo total de horas efetivamente trabalhadas em todos os empregos por pessoas com 14 anos ou mais.
Os dados sobre a jornada de trabalho são provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já os valores do PIB estadual utilizados no levantamento são estimativas da Tendências Consultoria.
A Produtividade do Trabalho integra o pilar de Capital Humano, que representa 7,1% da composição do Ranking de Competitividade dos Estados. A publicação reúne indicadores econômicos e sociais para comparar o desempenho das unidades da Federação.





