Vida e morte das pessoas com deficiência nas cores de setembro

Cores transmitem, traduzem e significam. Nesse sentido, podemos perceber o quanto as pessoas com deficiência “vivem” e “morrem” nas cores de setembro.

Porque, em setembro, além da cor amarela, que se refere à preservação da saúde mental, temos a verde e a azul. A verde, no entanto, foca em dar mais visibilidade às pessoas com deficiência e aos seus direitos, já a azul trabalha para dar ênfase à comunidade surda, à sua cultura e aos seus direitos.

E aí, contudo, essas cores juntas têm tanto o poder de jogar a existência das pcds lá no auge, quando a maioria da sociedade lembra que fazemos parte do mesmo meio de convivência e que temos sonhos como elas. Como também têm o poder de nos “matar”, quando o mês de setembro acaba e todos esquecem da gente.

Ah! E, no meio dessas cores ainda tem o 21 de setembro, que é o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência e que convenhamos: é um “prato cheio” para uma grande parte da população dizer que se importa com nossas causas, sendo que é justamente por causa da falta de conscientização dela que esse dia existe.

Então, depois de cores e dias que são apenas lembrados, queremos cores e dias que construam mais inclusão, acessibilidades e oportunidades para todas as pessoas com deficiência.

Ritinha Andrade

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