Dois homens acusados pela morte do garçom Jonathan da Silva Cruz foram condenados pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara de Rio Branco a penas que somam mais de 60 anos de prisão. A decisão atendeu à denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre (MPAC).
Raimundo Nonato Oliveira Lopes foi condenado a 35 anos, 6 meses e 5 dias de prisão em regime inicialmente fechado. Já José Wagner Pinheiro da Silva recebeu pena de 24 anos, 1 mês e 12 dias de prisão.
Um dos condenados, conhecido como “Favelado”, não participou da sessão de julgamento. Segundo informações do processo, ele possui outras condenações e está foragido há cerca de sete meses.
O crime ocorreu em 6 de maio de 2021, na Rua das Palmeiras, na região do Belo Jardim, em Rio Branco. De acordo com a investigação da Delegacia de Homicídios, Jonathan foi executado a tiros após criminosos invadirem a residência onde ele estava.
As apurações apontaram que o garçom teria sido morto por engano. O alvo dos criminosos seria o marido da sobrinha da vítima, acusado por uma irmã de cometer abuso sexual.
Segundo a investigação, Jonathan havia ido ao local para buscar roupas da sobrinha quando foi surpreendido pelos autores do crime.
Os envolvidos foram identificados durante as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios. A condenação foi definida pelo Conselho de Sentença após julgamento realizado nesta semana em Rio Branco.





