O Acre registrou 81 vítimas de homicídio doloso entre janeiro e julho de 2026, segundo dados atualizados pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Do total de mortes, 32 ocorreram em Rio Branco, número que representa cerca de 40% dos casos registrados em todo o estado.
Apesar dos índices ainda elevados, os dados apontam redução em relação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 89 vítimas. A queda foi de 8,99%, equivalente a oito mortes a menos.
Julho foi o mês menos violento do ano, com oito homicídios registrados. Já fevereiro apresentou o maior número de vítimas, com 15 ocorrências.
Homicídios por mês em 2026
- Janeiro: 10 vítimas;
- Fevereiro: 15;
- Março: 13;
- Abril: 14;
- Maio: 10;
- Junho: 11;
- Julho: 8.
Rio Branco lidera registros
Além da capital, Mâncio Lima aparece como o segundo município com maior número de vítimas, somando sete homicídios. Na sequência estão Brasileia, com seis, e Cruzeiro do Sul, com cinco.
Epitaciolândia, Sena Madureira e Xapuri registraram quatro mortes cada. Acrelândia contabilizou três vítimas.
Bujari, Feijó, Manoel Urbano, Porto Acre, Senador Guiomard e Tarauacá tiveram dois casos cada. Assis Brasil, Capixaba, Porto Walter e Rodrigues Alves registraram uma vítima cada.
Por outro lado, Jordão, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro e Santa Rosa do Purus não registraram homicídios dolosos no período analisado.
Homens são as principais vítimas
Dos 81 homicídios registrados no Acre até julho, 70 vítimas eram homens e 11 eram mulheres.
Os dados mostram que os homens representam aproximadamente 86% das vítimas de homicídio doloso no estado, reforçando um padrão observado em levantamentos nacionais sobre violência letal.
As informações são do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.





