A Prefeitura de Porto Walter cobra uma resposta firme e imediata da Polícia Civil diante da sequência de arrombamentos que vem atingindo prédios públicos municipais nos últimos meses. Mesmo após o registro de diversos boletins de ocorrência e o fornecimento de informações relevantes para a investigação, os crimes continuam ocorrendo sem que a população tenha conhecimento de qualquer resultado concreto.
Nos últimos meses, foram arrombados o Departamento de Licitação, a Diretoria de Esportes, o Departamento de Tributos e o Setor de Compras, causando prejuízos ao patrimônio público, danos às estruturas dos órgãos e comprometendo o funcionamento da administração municipal.
A gestão informa que todas as ocorrências foram formalmente comunicadas à Polícia Civil. Apesar disso, a Prefeitura afirma que a falta de uma resposta efetiva tem gerado indignação e fortalecido a sensação de impunidade, enquanto a criminalidade avança no município.
A administração destaca que Porto Walter enfrenta uma crescente onda de furtos e roubos, que já atinge repartições públicas, residências e estabelecimentos comerciais, exigindo uma atuação mais enérgica das forças de investigação.
“Não estamos falando de um fato isolado. São sucessivos arrombamentos contra o patrimônio público, todos devidamente registrados e comunicados. A população tem o direito de saber quais providências estão sendo adotadas. Não é razoável que, diante da repetição desses crimes, ainda não haja uma resposta que traga segurança à sociedade e responsabilize os autores”, destaca a gestão.
A Prefeitura ressalta que cada novo arrombamento representa prejuízo aos cofres públicos, recursos que pertencem à população e deixam de ser investidos em áreas essenciais como saúde, educação, assistência social e infraestrutura.
“A Prefeitura cumpriu seu dever institucional. Agora espera que a Polícia Civil cumpra o seu, identificando, responsabilizando e retirando de circulação quem vem atacando o patrimônio público e contribuindo para o aumento da criminalidade em Porto Walter. A sociedade não pode conviver com a impunidade como regra.”





