Não é só a torcida que faz força para Luiz Henrique, do Zenit, fechar com o Flamengo. Lucas Paquetá afirmou, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, que brincou com o atacante durante o período na Seleção na Copa do Mundo sobre uma transferência para o clube.
— Obviamente a gente vê, sim (especulações). Queremos sempre bons jogadores com a gente. Os dois são grandes jogadores e seriam muito bem-vindos, é uma questão para a diretoria falar. Eu brinquei com o Luiz (Henrique), é um cara que admiro muito, um grande atleta, tem qualidade… Um grande jogador. Que o clube faça o que tem que fazer. Será muito bem-vindo — disse em entrevista coletiva.
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Uma investida do Flamengo no ponta depende do final das negociações com Thiago Almada. O clube tem acordo adiantado com o Atlético de Madrid, mas o argentino dá preferência ao River Plate. O Fla quer que a questão seja resolvida até o final dessa semana.
Luiz Henrique está no radar, como esteve em todas as janelas dos últimos anos. No entanto, a prioridade atual é o meia argentino. Por isso, é preciso finalizar uma operação antes de executar a outra. Hoje, pessoas do Flamengo consideram improvável a chegada de Almada e o extremo juntos.
O Zenit, como de costume, não deve facilitar uma saída de Luiz Henrique. O clube espera uma negociação na casa dos 30 milhões de euros (R$ 176,06 milhões na cotação atual), mas estaria disposto a diminuir o valor caso outro jogador seja envolvido nas conversas. Era, inclusive, a intenção do Botafogo com Danilo, que pediu para não jogar na Rússia. A equipe rubro-negra procurou saber e já está ciente dessas condições.
O Flamengo sabe que não pode fazer investimentos significativos na janela, inclusive para não comprometer transferências futuras. Sem uma venda de valor expressivo, o caixa continua limitado, dependendo de parcelamentos mais extensos e condições melhores para ter atletas mais badalados.





