A FIFA estuda um plano inédito para vender parte dos ativos comerciais da Copa do Mundo para acionistas externos, buscando novas fontes de investimento e expansão financeira. A proposta faz parte de uma reestratégia para atrair capital privado e ampliar o potencial comercial do torneio mais valioso do futebol global.
A medida gerou debates nos bastidores do esporte sobre os impactos da privatização parcial de fatias do evento e o controle futuro da entidade sobre as receitas da competição. Especialistas analisam como essa abertura de capital pode alterar a dinâmica econômica do futebol internacional nos próximos anos.
Com o avanço dos estudos, a entidade máxima do futebol deve debater os detalhes e os modelos dessa transação com federações e parceiros comerciais nas próximas reuniões oficiais.





