Menos da metade da população carcerária do Acre está inserida em atividades de trabalho dentro ou fora das unidades prisionais. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 mostram que, dos 8.639 presos registrados no estado em 2025, apenas 3.638 participavam de programas de laborterapia, o equivalente a 42,1% do total.
O levantamento revela que a maior parte das oportunidades está concentrada no trabalho interno dos presídios, com atividades de manutenção, limpeza, cozinha e serviços de apoio. Apenas 225 detentos exerciam funções externas por meio de convênios com órgãos públicos ou empresas.
Apesar do aumento no número de vagas para trabalho externo em relação ao ano anterior, o Anuário destaca que a ressocialização ainda enfrenta desafios devido à baixa oferta de oportunidades, tanto no Acre quanto no restante do país.





