A empresa responsável por operar parte do transporte coletivo de Rio Branco entrou com uma cobrança judicial de aproximadamente R$ 30 milhões contra a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), alegando valores pendentes relacionados ao contrato de prestação do serviço na capital acreana.
Segundo a ação apresentada pela empresa, o montante cobrado seria referente a repasses financeiros que, de acordo com a operadora, deixaram de ser pagos durante a execução do contrato firmado com o município para manutenção do sistema de transporte público.
Em resposta, a RBTrans negou a existência da dívida e afirmou que não reconhece os valores apontados pela empresa. O órgão municipal informou ainda que o caso será tratado na esfera judicial e que apresentará defesa contestando a cobrança.
O impasse ocorre em meio aos desafios enfrentados pelo transporte coletivo da capital acreana, que nos últimos anos tem registrado dificuldades operacionais, reclamações de usuários e debates sobre a necessidade de melhorias no sistema.
A disputa judicial agora deverá passar pela análise do Poder Judiciário, que irá avaliar os contratos firmados entre as partes, os repasses realizados e a legalidade da cobrança apresentada pela empresa.
Enquanto o processo segue em tramitação, o caso chama atenção por envolver o funcionamento do transporte público de Rio Branco e os impactos que eventuais desdobramentos podem causar no serviço oferecido à população.






