Acreana que morreu após procedimento no pâncreas terá corpo levado a Rio Branco na quinta (23)

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O corpo da pedagoga Asmin Nascimento da Silva Fraga, de 33 anos, que morreu em Blumenau (SC) após complicações decorrentes de uma cirurgia para retirada de pedras no pâncreas, deve chegar a Rio Branco na quinta-feira (23).

A informação foi confirmada ao g1 por Helena Mendes, amiga da família. Na madrugada desta terça-feira (21), o marido, as duas filhas e a mãe de Asmin já desembarcaram na capital acreana, onde serão realizados o velório e o enterro.

Segundo Helena, a despedida deve ocorrer na Igreja Assembleia de Deus, localizada no bairro Tancredo Neves.

Asmin faleceu no último dia 17. Após a morte, familiares iniciaram uma vaquinha on-line para arrecadar recursos para o traslado do corpo até Rio Branco. A pedagoga vivia em Santa Catarina há cerca de sete anos, para onde se mudou com o marido e as duas filhas em busca de oportunidades de trabalho.

Ela era filha de Ana Maria Nascimento da Silva, presidente do Sindicato das Trabalhadoras Domésticas do Acre e conselheira do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher. A Secretaria de Estado da Mulher emitiu nota lamentando a morte da jovem.

A pancreatite, condição associada ao caso, é caracterizada pela inflamação do pâncreas e pode ser fatal se não for diagnosticada e tratada rapidamente. Entre os sintomas estão dor abdominal, febre, náuseas e vômitos.

A doença ocorre quando enzimas digestivas produzidas pelo pâncreas passam a agir dentro do próprio órgão, provocando sua autodigestão. Esse processo pode causar lesões que permitem que essas substâncias se espalhem pela corrente sanguínea ou cavidade abdominal, gerando inflamações em outras áreas do corpo.

Quando identificada precocemente, a pancreatite pode ser tratada, possibilitando a recuperação do equilíbrio do órgão.

Entre as principais causas da doença estão o consumo excessivo de álcool e a presença de cálculos biliares, conhecidos como pedras na vesícula. Hábitos como tabagismo, ingestão frequente de bebidas alcoólicas e alimentação rica em gorduras também contribuem para o desenvolvimento do quadro.

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