A circulação de mensagens falsas com supostas cobranças eleitorais tem gerado preocupação entre eleitores. Os conteúdos, disseminados principalmente por aplicativos como o WhatsApp, simulam comunicados oficiais e solicitam pagamentos para a regularização de pendências inexistentes, configurando golpe.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não há qualquer tipo de cobrança por serviços eleitorais. A emissão do primeiro título, a transferência de domicílio e a atualização de dados cadastrais são procedimentos gratuitos. As mensagens enganosas costumam informar supostas irregularidades vinculadas ao CPF do cidadão e direcionam o usuário para links externos, onde páginas falsas imitam a identidade visual da Justiça Eleitoral.

Além disso, os golpistas utilizam estratégias de pressão ao mencionar possíveis sanções, como bloqueio de serviços públicos ou impedimentos legais, para induzir a vítima a agir rapidamente. O TSE reforça que não envia boletos, não solicita pagamentos e nem pede dados pessoais ou bancários por meio de mensagens, aplicativos, e-mails ou SMS.
A orientação é que a população não clique em links suspeitos, não compartilhe informações pessoais e não realize qualquer tipo de pagamento. A consulta da situação eleitoral deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais, como o site do TSE e o aplicativo e-Título. A recomendação também inclui verificar o endereço eletrônico das páginas acessadas e evitar compartilhar conteúdos sem confirmação, contribuindo para o combate à desinformação.






