Cotações do agronegócio são atualizadas e mercado segue estável em Cruzeiro do Sul

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As cotações dos principais produtos do agronegócio em Cruzeiro do Sul foram atualizadas nesta semana, com dados referentes a fevereiro de 2026. O novo levantamento aponta que, de modo geral, o mercado regional permanece estável, sem mudanças expressivas nos preços em relação ao período anterior.

Na pecuária de corte, o quilo da carcaça quente do boi continua sendo comercializado a R$ 18,00, enquanto a vaca é vendida a R$ 17,00. Conforme o relatório, os valores não apresentam reação na região, refletindo um cenário de equilíbrio entre oferta e demanda.

Os preços do leite e do queijo também seguem sem alterações. O litro do leite permanece a R$ 5,00 e o quilo do queijo é encontrado a R$ 48,00. O consumo desses produtos é considerado estável no mercado local.

Na suinocultura, o quilo da carcaça quente do suíno destinado ao abate custa R$ 21,00. Já os leitões continuam sendo comercializados entre R$ 300,00 e R$ 600,00 por unidade, mantendo os mesmos patamares registrados anteriormente.

O mercado de ovos apresenta variação de acordo com a cor e a procedência. A orientação aos consumidores é redobrar a atenção quanto à origem do produto, como forma de garantir a qualidade, diante das diferenças de preços praticadas.

Entre os pescados, os valores permanecem estáveis em Cruzeiro do Sul. O tambaqui é vendido a R$ 21,00, o matrinxã a R$ 24,00, o piau a R$ 25,00, enquanto espécies como pirapitinga, dourado e pirarucu são encontradas a R$ 23,00. A tilápia segue com preço médio de R$ 20,00.

Nos insumos agrícolas, o farelo de soja, com 45% de proteína bruta e saca de 50 quilos, varia entre R$ 130,00 e R$ 160,00, sem alteração nos valores. O milho, também comercializado em saca de 50 quilos, continua custando entre R$ 90,00 e R$ 100,00.

O café robusta apresenta variação no início de fevereiro, conforme dados do Cepea/Esalq, com preços oscilando entre R$ 1.073,36 e R$ 1.095,10, indicando movimentação no mercado nacional.

As polpas de frutas tropicais, como acerola, abacaxi, cupuaçu, manga, açaí e graviola, seguem com preços entre R$ 15,00 e R$ 20,00 o quilo. A polpa de maracujá continua sendo a mais valorizada, com valores que variam de R$ 25,00 a R$ 35,00.

No segmento de hortigranjeiros, produtos como alface, coentro, rúcula, chicória, cebolinha, couve e pimenta apresentam preços considerados acessíveis, embora sujeitos a oscilações conforme a oferta e a demanda.

A farinha de mandioca segue como um dos destaques da produção regional. A saca de 50 quilos da farinha amarela custa R$ 150,00, enquanto a farinha branca produzida em Cruzeiro do Sul é comercializada a R$ 200,00. Já a farinha com coco apresenta valor mais elevado, chegando a R$ 300,00.

O levantamento reforça que o agronegócio local mantém um cenário de estabilidade, com pequenas oscilações pontuais influenciadas principalmente pelas condições de produção, logística e comportamento do mercado consumidor.

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