O combate ao crime nas regiões de fronteira do Acre resultou em números expressivos desde a criação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em 2019. Um relatório divulgado nesta terça-feira, 30, revela que, ao longo de quase seis anos de atuação, a força integrada retirou de circulação cinco toneladas de drogas, além de 210 armas de fogo e cerca de 680 mil maços de cigarros contrabandeados.

As ações, realizadas em diversas cidades do estado — incluindo municípios estratégicos da região do Juruá — também resultaram na prisão de 980 pessoas envolvidas em crimes como tráfico de drogas, contrabando e porte ilegal de armas.
Segundo o coordenador do Gefron, coronel Assis, o impacto financeiro das operações representa um duro golpe contra o crime organizado. O prejuízo causado às organizações criminosas ultrapassa R$ 114 milhões, reflexo de um trabalho contínuo de inteligência, patrulhamento e integração entre as forças de segurança.
O relatório reforça a importância do Gefron no enfrentamento aos crimes que utilizam rotas fluviais e terrestres no Acre, especialmente em áreas próximas às fronteiras internacionais, consideradas estratégicas para o tráfico e outras atividades ilegais.






