Educação e condições de trabalho: Sindicato ameaça greve no Acre por reajuste salarial e combate à violência nas escolas

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre realizou uma manifestação em Rio Branco, cobrando do governo e das prefeituras o cumprimento do reajuste salarial estabelecido por lei, especialmente o piso nacional do magistério. A categoria reivindica também reajustes com base na inflação. Desde o ano passado, as demandas vêm sendo apresentadas, mas sem avanços, o que levou à possibilidade de greve.

A presidente do sindicato destacou a insatisfação dos profissionais diante da situação. Além da questão salarial, foi denunciada a violência contra professores e funcionários nas escolas do estado, muitas vezes cometida por alunos e agravada pela falta de uma política de proteção efetiva para os trabalhadores da educação.

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalon, justificou que a prefeitura enfrenta dificuldades fiscais e está próximo do limite da lei de responsabilidade fiscal, o que impede, no momento, novos aumentos salariais. Ele ressaltou que a administração já proporcionou avanços significativos, como melhorias no plano de carreira, após anos sem reajustes.

A manifestação também teve um enfoque na necessidade de conscientização dos pais para a educação dos filhos, visando reduzir atos de violência dentro das escolas. A campanha busca sensibilizar a população sobre a responsabilidade coletiva na formação de um ambiente escolar mais respeitoso e seguro.

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