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Polícia

Mesmo exonerada do cargo, justiça nega liberdade à irmã e chefe de gabinete de Ilderlei Cordeiro

O Tribunal de Justiça do Acre através da desembargadora, Denise Bonfim, negou um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa da irmã, e ex-chefe de gabinete do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro. Mesmo o prefeito determinando a exoneração de Idelcleide Cordeiro do cargo, como uma estratégia de conseguir a liberdade dela, a justiça manteve a prisão que é temporária com duração de cinco dias. Idelcleide Cordeiro foi presa ao lado de outros suspeitos de participação num suposto esquema de desvio de dinheiro público, através da ONG CBCN, que por cerca de três anos prestou serviços por meio de um termo de colaboração com o município de Cruzeiro do Sul.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na casa e no gabinete onde ela trabalhava na prefeitura, durante as diligências numa primeira fase da Operação Presságio. As investigações apontam indícios de que a irmã do prefeito supostamente comandava os pagamentos e ‘contratações irregulares dos termos de colaboração firmados entre o município e a ONG CBCN, bem como empresas privadas subcontratadas, inclusive, aparecendo (Idelcleide) como uma possível gestora por parte da administração municipal nos referidos termos de colaboração, notadamente quanto aos pagamentos e contratações’, diz um trecho da decisão da justiça.

A defesa da ex-chefe de gabinete alegou que exonerada do cargo, Idelcleide ficaria impossibilitada de destruir provas que comprometessem a investigação, um dos argumentos utilizados pela Polícia Federal para o embasamento da prisão temporária. Idelcleide que é advogada não foi encaminhada ao presídio, foi levada para uma cela em uma base da Companhia de Operações Especiais (COE-PM) no centro da cidade onde permanece presa.

 

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