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Cotidiano

Em meio a pandemia microempreendedores pedem socorro: “Não sabemos mais o que fazer”

Muitos comerciantes, principalmente os pequenos empreendedores que estão com as portas de seus estabelecimentos fechadas há mais de três meses, veem um risco muito grande de não conseguirem retomar as atividades após o período de isolamento. No Mercado Beira Rio, que conta com aproximadamente 80 boxs, os proprietários relataram as dificuldades e pedem uma ajuda emergencial.

Sem ter como realizar vendas através do formato delivery, método utilizado por muitos empreendimentos, Dona Marli contou que sua única fonte de renda para o sustento da família já está comprometida. Eles pedem socorro diante da situação encontrada.

“São três meses sem poder trabalhar. Nós vivemos disso. Todos os empresários estão precisando trabalhar para comer. Não sabemos mais o que fazer, como vamos viver e pagar nossas contas? Queremos que eles liberem, mesmo que com todos os cuidados, porque todos precisamos”, falou a comerciante Marli Correia.

Os comerciantes relatam que as despesas continuam as mesmas, e até maiores, mas sem trabalhar fica difícil para cumprir com os compromissos.

“Todos nós somos pessoas de responsabilidade, trabalhamos a muito tempo no setor, pagamos nossos impostos, e agora estamos de mãos atadas. Estamos muito prejudicados com isso tudo”, enfatizou o empreendedor Manoel Correia.

A maioria dos comerciantes do mercado não se arriscam em abrir suas portas para não serem multados, como é o caso de Francisco Cruz,  que está vivendo da pesca, já que não conseguiu receber o auxílio emergencial .

“Eu sou uma das pessoas que não conseguiu receber o auxílio, e não estou podendo trabalhar. Tentei, mas veio negado, liguei para Brasília e me informaram que é porque também sou pescador, mas está muito difícil, mas outros receberam”, contou o comerciante Francisco Cruz.

 

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