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Cotidiano

Em coletiva online, Prefeito Ilderlei diz estar tranquilo quanto a Operação da PF que investiga superfaturamento

Durante coletiva online, transmitida ao vivo no facebook, o Prefeito Ilderlei Cordeiro disse estar tranquilo quanto a Operação desencadeada na manhã desta quarta-feira (03) em Cruzeiro do Sul, que investiga o superfaturamento em compras na saúde. Os agentes da federal realizaram buscas na casa do gestor e de outros funcionários da prefeitura.

O prefeito contou que em sua residência os policiais apreenderam um relógio de ouro, que segundo ele é herança do pai, um cordão que ganhou de presente da mãe, o celular pessoal, documentos do loteamento, da granja e seringal de sua propriedade, além de semi joias e o carro da esposa. Cordeiro alega que os materiais apreendidos não condizem com os que são determinados no documento apresentado para ele pela própria polícia.

“No mandado de busca e apreensão fala em notas fiscais, procedimentos licitatórios, HD, celulares e outros eletrônicos que armazene dados para investigação, dinheiro em espécie na quantia igual ou superior a 10 mil reais, bem como apreensão de veículos e automóveis no valor igual ou superior a 30 mil reais, e qualquer elemento comprobatório relacionado a operação. Aqui é específico as coisas da prefeitura”, relatou.

O prefeito alega que todos os documentos necessários e solicitados anteriormente pelos órgãos competentes na investigação já haviam sido disponibilizados pela gestão.

“Não tenho nenhum problema com transparência, de fiscalização, com Polícia Federal, do Ministério Público, de nenhuma instância. Nunca me neguei a responder nada. Fico triste porque precisa fazer uma operação dessa, e gastar dinheiro público, sendo que tudo que eles pediram já tinha sido entregues. Já coloquei meu CPF a disposição, declaração de imposto de renda, meus bens para analisarem e ver que tudo que eu adquiri foi com meu trabalho e as coisas que meu pai deixou para mim, tudo é transparente”, falou prefeito.

Durante a entrevista, Cordeiro criticou a abordagem realizada em sua residência pelos agentes da federal. “Fico triste com um constrangimento desse, e o pior vieram na minha casa, estou com uma bebê de dois meses, minha filha, minha esposa, é uma falta de respeito, com minha família e com meu nome. Não aceito esse tipo de coisa, já deixei minha casa aberta , para não virem com esse tipo de situação, pois não sou bandido. Se tem algum indicio de coisa errada na gestão eu também quero descobrir”, falou.

 

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