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    Cotidiano

    TRE-AC adia julgamento de recurso sobre cassação do Prefeito de Cruzeiro do Sul

    O TRE/AC adiou o julgamento do recurso que pode confirmar ou não a cassação do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro e do vice Zequinha Lima. Porém a defesa da coligação adversária, que ingressou com a ação contra a chapa do prefeito, espera que o julgamento do recurso seja colocado em pauta ainda neste mês de dezembro.

    O julgamento que estava marcado para acontecer no dia 02 de dezembro foi adiado devido a relatora do processo, solicitar a retirada do processo da pauta para readequar seu voto com base na Ação Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) 2555, que trata que após as decisões das instâncias ordinárias, como o TRE, os condenados devem ser afastados imediatamente do mandato, com realização de novas eleições.

    O advogado de defesa da coligação adversária, Mateus de Souza, explicou que essa ação já corre no judiciário desde 2016. “Houve uma decisão que anulou esse processo, porém ela também foi anulada posteriormente, e agora iríamos para o julgamento de mérito dessa ação no TRE. Porém, diante da possibilidade de afastamento imediato do prefeito, a relatora decidiu que tiraria o processo de pauta para readequar o seu voto a ADI 5525”, enfatizou.

    Segundo o advogado, a relatora retirou o processo de pauta, mas garantiu que iria pauta-lo novamente ainda este ano, com previsão de acontecer até o dia 17 de dezembro.

    “Algumas notícias de que o processo ficou para o próximo ano não são verdadeiras. Até o dia 17 de dezembro esse processo será pautado novamente. Essa ação trata a respeito também do ex-prefeito Vagner Sales e do vereador Romário. A justiça eleitoral havia absolvido o vereador e nós recorremos para condená-lo. Até o final do ano teremos uma solução definitiva”, enfatizou.

    No processo, a coligação do atual prefeito Ilderlei Cordeiro é acusada de oferecer dinheiro em troca de apoio de candidatos de outra coligação nas eleições de 2016. Na época foram presos em flagrante pela Polícia Federal o então chefe de gabinete da prefeitura Mário Neto e o candidato a vereador Edson de Paula, dirigente local do PSDB na época. Eles também são réus no processo e devem ter os direitos políticos cassados.

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