Juruá Online

RITA ANDRADE

Reavivando as forças de março

É claro que se torna difícil não ficar assustado com todo o caos que a pandemia do Covid-19 tem nos causado e aí, eu pensei, pensei... e decidi salvar um pouquinho a saúde mental de vocês e ir na contramão de tudo o que estamos passando escrevendo o leve da vida pra te levar. Portanto, agora mais do que nunca eu me comprometo a te desafogar desse mar de situações negativas que se instaurou nos dias de hoje.

Estamos vivendo dias difíceis, eu sei! Dias que, querendo ou não taparam o brilho e a força de março, que é o mês das mulheres. Contudo, venho reavivar essas duas características através de um trabalho fotográfico incrível, incrível...

Então, eu resolvi realizar algumas fotos bem ousadas e diferentes de tudo o que já fiz para afrontar a sociedade mesmo, quebrar tabu, sabe? Eu estava doida pra isso (rsrs), pois infelizmente ainda existem pessoas que têm consigo que pelo simples fato de termos uma deficiência nós não podemos fazer isso ou aquilo. Nós não podemos ser sexy ou mostrar o mulherão que somos porque a população vai repreender. Ai, gente! O tempo da opressão já se foi e, por esse motivo, vocês têm que pararem com isso e abrirem suas mentes para novas percepções.

Todavia, é claro e evidente que para dar vida a um trabalho dessa magnitude, além de ter muita coragem, é preciso está a anos luz à frente de qualquer concepção mesquinha que tenham algumas pessoas. E eu estou! Estou, porque, a partir do momento que não tenho medo de executar ações que a sociedade julga absurdo eu encorajo tantas outras mulheres a valorizar a sua força e potencial por mais diferentes que sejam. Portanto, eu agradeço demais aos fotógrafos Carlson e Emily juntamente com os amigos que ajudaram a fazer com que a minha força e autoestima desnublassem o céu do próximo.

Ritinha Andrade

 

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