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Acre

Depois de queda no início de setembro, queimadas voltam a aumentar no Acre

O estado do Acre registrou 503 focos de queimadas nas últimas 48 horas de um total de 789 detectados desde o dia 1º de setembro pelo satélite de referência AQUA Tarde, da Agência Espacial Americana (Nasa), que fornece dados para o Monitoramento de Queimadas e Incêndios do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE, 2020.

As imagens do satélite que recobriram o bioma Amazônia nesta terça-feira, 8 de setembro, detectaram 2.424 focos de um total de 3.505 em todo o território nacional, segundo o Boletim de Monitoramento de Focos de Calor. Quatro municípios acreanos apareceram na lista dos 10 que mais registraram focos. Feijó (118), Sena Madureira (86), Rio Branco (60) e Tarauacá (55).

A publicação dos dados referentes às queimadas nos municípios é, de acordo com a equipe de monitoramento de queimadas por satélites do INPE, voltada para direcionar as ações de fiscalização e combate as queimadas e incêndios florestais, bem como subsidiar outras atuações das equipes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA.

Em 2020, de 1º de janeiro a 8 de setembro, o Acre acumula 4.833 focos de queimadas, número que é 12% maior que os 4.306 registrados no ano passado no mesmo período. O mês de setembro com mais registros de queimadas no estado desde o começo da série histórica, em 1998, foi o do ano de 2005, com 6.092 ocorrências.

Áreas protegidas

Entre as áreas naturais protegidas, a Reserva Extrativista Chico Mendes é a mais afetada pelas queimadas, com um acúmulo 150 focos no período de 1º de janeiro a 8 de setembro. Na sequência vêm a Reserva Extrativista do Alto Juruá, com 81 focos, o Parque Nacional Serra do Divisor, com 61, e a Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade, com 48 focos.

 

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