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Com recorde de óbitos no Brasil, dengue fez 6 casos graves no Acre, mas nenhuma morte

A unidade da Federação com maior incidência é o Distrito Federal, que contabilizou mais de 207 mil casos somente neste ano, com taxa de 7.358,9 infecções a cada 100 mil habitantes.

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O Brasil alcançou nessa quarta (10) a marca de 1.256 mortes por dengue em 2024, número que representa um recorde, considerando que em mais de 20 anos, o país não registrava uma quantidade tão alta de óbitos por dengue em um só ano.

Com base na série histórica iniciada no ano de 2000, o recorde era de 2023, quando o país contabilizou 1.179 mortes por dengue durante todo o ano.

A boa notícia para os acreanos é que o estado não está entre os que registraram mortes pela doença neste ano. Com 6.191 casos prováveis em 2024, o Acre tem incidência de 745,9 casos por grupo de 100 mil habitantes e zero óbito até o momento.

A informação consta na mais recente atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses, que é abastecido por dados do Ministério da Saúde.

Outros dados relacionados à doença no estado são: a maior quantidade de casos prováveis (50,9%) é de mulheres. Os homens somam 49,1%. Quanto à cor/raça, 91,5% dos casos afetaram pessoas que se declaram pardas e a faixa etária com o maior número de casos é de 20 a 29 anos.

Em relação ao número de casos da doença em todo o Brasil, o país soma mais de 3 milhões de registros em 2024. O painel indica também que o coeficiente de incidência da doença no país é de 1.508 casos prováveis para cada 100 mil habitantes.

A unidade da Federação com maior incidência é o Distrito Federal, que contabilizou mais de 207 mil casos somente neste ano, com taxa de 7.358,9 infecções a cada 100 mil habitantes.

Segundo o Ministério da Saúde, a alta quantidade de casos registrados neste ano tem relação com fatores como as mudanças climáticas e a circulação de mais de um sorotipo do vírus.

AC24HORAS

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